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Correio Braziliense Online - 22/02/2011 | VAREJO
Varejo e bancos poderão vender telefones e planos móveis com marca próprias
AUMENTAR A LETRA DIMINUIR A LETRA
Nos próximos meses, o mercado nacional de telefonia móvel verá novas marcas, além das já habituais quatro grandes empresas que dominam o setor, brigarem por espaço e, é claro, por clientes no segmento de celular. A aprovação da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), no fim do ano passado, deu sinal verde para a entrada das operadoras virtuais móveis (ou MVNO, sigla em inglês de mobile virtual network operator), conhecidas no exterior, mas que só agora começam a chegar ao país. Com isso, gigantes do mundo financeiro e do varejo poderão vender telefones e planos próprios diretamente aos interessados.

O objetivo principal é transformar o popular aparelho em ferramenta de fidelização. “Um hipermercado, por exemplo, pode começar a vender celulares e planos de voz com marca própria e propor a seguinte promoção: a cada R$ 100 em compras os clientes ganham 10 minutos para falar de graça. Se uma pessoa já faz compras naturalmente naquele estabelecimento, por que não ter um telefone dessa marca e acumular vantagens? É um modelo muito atraente e que tem feito sucesso lá fora”, explica Renato Osato, vice-presidente da Amdocs, fornecedora de serviços e produtos para operadoras.

A nova modalidade de telefonia utiliza a antiga tática, muito comum no mercado, que é a de comprar no atacado para depois vender no varejo. Com esse conceito, as operadoras virtuais negociam uma determinada capacidade de serviço (seja SMS, dados para internet ou minutos) das operadoras tradicionais para, a partir disso, comercializá-la diretamente para os consumidores, oferecendo aparelhos e planos com marca própria, assim como canais de distribuição e de atendimento exclusivos.

Primeiros passos

Como o modelo de negócio está baseado no aluguel da infraestrutura existente de outras companhias do setor — antenas, rádios, torres, cabos de fibras e frequência —, abre-se uma importante brecha para a redução dos custos. “A empresa que se tornar operadora virtual não precisa se preocupar em gerenciar toda a infraestrutura da operação”, reforça o gerente regional de parcerias da Amdocs, Maurício Falck.

Atualmente, existem cerca de 700 operadoras móveis virtuais em operação no mundo, que correspondem por 2% do número total de usuários de celular. Em países da Europa e nos Estados Unidos, a novidade atrai grandes redes de varejo, como o Carrefour e o Wal-Mart, além de bancos, como o Rabobank e o Privatbank, e empresas de mídia, como o canal esportivo ESPN, a gravadora Virgin e o grupo Disney.

No Brasil, por enquanto, os movimentos ainda são tímidos, mas com boas perspectivas de expansão. Grifes como Pão de Açúcar, GVT, Ipiranga e Bradesco estudam o mercado e já acenaram com a intenção de atuar também como MVNOs. Segundo Wilson Otero, presidente da Datora Telecom, a América Latina, impulsionada pelo Brasil, é a bola da vez. “Em cinco anos, a expectativa é que as operadoras virtuais conquistem 16 milhões de assinantes no país, atingindo um faturamento de US$ 1 bilhão”, calcula.
 
 
   

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